Quais são as principais dificuldades das empresas hoje? Dinamismo e o foco no H2H como estratégias para vencer os desafios

10 de outubro de 2020

Em meados de 2019, uma pesquisa realizada pelo Sebrae com mais de 10 mil empreendedores buscou compreender quais são as principais dificuldades das pequenas empresas brasileiras. Como resultado, 24% dos participantes disseram que conquistar clientes e vender mais é a parte mais difícil e 17% apontaram a alta carga tributária como um grande obstáculo.

De fato, a empresa pode ter os melhores produtos e serviços. Se ela não consegue levar isso para o mercado, conquistando a confiança de seus prospects, não terá a oportunidade mostrar sua competência. Essa batalha pela construção de uma boa carteira de clientes começa na elaboração de um business plan completo, criado com base em indicadores do mercado e nos objetivos da companhia.

É nesse momento que surge mais uma dificuldade: será que todo empreendedor sabe desenvolver um bom plano de negócios?

A resposta é “não”. Nem todo profissional tem as competências ideais para elaborar, sozinho, um plano de negócios eficiente e que reflete exatamente as necessidades e metas da companhia. Para suprir essa necessidade é que existem parceiros como a Be-Konnect. “Estamos prontos para identificar os gaps nos processos internos das empresas a fim de propor melhorias que a levem ao crescimento”, comenta Joelma Paes, sócia da marca.

Mas a prospecção não depende exclusivamente da criação de um bom business plan. Depende, também, de consolidar todos os outros pilares da companhia. E é aí que chegamos à segunda dor do mercado apontada na pesquisa do Sebrae: alta carga tributária.

O modelo de tributação do Brasil, de fato, é extremamente complexo e burocrático, o que leva à dificuldade de compreensão e, muitas vezes, à bitributação e ao pagamento equivocado de impostos. “Para sanar essa questão, é preciso investir em um bom planejamento financeiro que compreenda exatamente as atividades da companhia. E o assunto tende a se tornar ainda mais relevante agora que corre, no Congresso Nacional, uma proposta de Reforma Tributária capaz de impactar todos os setores da economia”, relata Joelma.

Essas dificuldades em compreender o escopo tributário da empresa levam, inclusive, a atrasos no pagamento e consequentes multas e juros. Segundo a pesquisa, 31% dos donos de micro e pequenas empresas confirmaram já ter atrasado a quitação de tributos. E dentro desse cenário, 43% ainda não conseguiram regularizar sua situação fiscal.

É natural que pequenas empresas não tenham faturamento suficiente para incorporar, em seus times, profissionais capazes de gerir tantas áreas estratégicas como financeiro, administrativo, marketing e recursos humanos. Para isso, contam com parceiros externos. Tanto que a pesquisa do Sebrae mostrou que 52% dos respondentes confirmaram precisar de mais capacitação na área de controle e gestão financeira, enquanto 47% afirmaram que precisam de instruções no segmento de propaganda e marketing.

“Quem opta por acionar um parceiro para sanar todas essas questões paralelas ao negócio da companhia precisa avaliar muito bem quais as competências que busca nesses parceiros”, diz Joelma ao enfatizar que um dos pontos fortes da Be-Konnect está na capacidade da empresa mergulhar nos negócios da companhia para suprir necessidades em todas essas áreas que foram apontadas como deficientes pelos gestores das micro e pequenas empresas nacionais. “Conseguimos auxiliar do financeiro ao marketing”, completa.

Outro ponto relevante está na adesão da Be-Konnect à relação H2H (Human-to-human), que transcende os antigos B2C e B2B. “Hoje já paramos de compreender profissionais e prospects apenas como números. Já assimilamos que as empresas são feitas por pessoas e para pessoas. Por isso abraçamos a estratégia H2H em todas as nossas relações, o que nos permite estar ainda mais próximo dos nossos clientes”, finaliza a executiva.

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